Uma noite quente e convidativa . Vamos sair?
Sim , claro que vamos. Bar? Sim ,vamos a um bar.
I níver da prima ,mas vai ser num bar! Legal.
Família unida permanece unida!
Cervejinha, bebidinhas em geral e petiscos para todos o lados.
Música,adoro música. Dançar e dançar .
Dancei !!!!!!!!
Após a música , aquele burburinho de gente pra todo lado voltei a mesa , e lá estava o meu maço de cigarros com meu isqueiro e tudo.
Lindo de se ver... Free box e isqueiro branco exatamente como deixado ele a um ano atrás .
Normalmente bebi um gole , já com meu cigarro na mão , e juro não senti aquela coisa de quem fica tempos sem fumar. Não fiquei admirando e tão pouco pensando finalmente...
Não, não me dei conta de nada.
Até que alguém gritou do outro lado da mesa , ei você não fuma mais!
Até que alguém gritou do outro lado da mesa , ei você não fuma mais!
Minha reação
Olhei envergonhada , eu nem sabia de quem era o cigarro ,na minha cabeça era meu. Mas era da minha mãe.
E aí pra ser sincera , acho feio falar palavrão na frente dos outros mas ele saiu quando me dei conta do que tinha feito.
Fudeu!
De verde e amarelo. vermelho e preto , de todas as cores possíveis e imagináveis .
Era o último dia de Primavera (de verdade) . A estação estava mudando e os meus dias de glória também.
Voltei a fumar incondicionalmente 2 a 3 carteiras ao dia. Era mais forte que antes.
E com tudo isso junto a tristeza , o desespero . Já saí de casa de madrugada sozinha pela rua pra comprar cigarros ,sendo que eu ainda tinha cigarros. Sabe como é, pra não faltar.
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